quinta-feira, 22 de abril de 2010

Roxane no fim do inverno

Ela foi parar no meu quarto

Encostada na parede... Inerte

E se ela soubesse como foi difícil trazê-la,

Conquistá-la e mantê-la

Só pra poder dizer que ela é todinha minha...

Nesse clima de deserto,

ela fica esperando que a leve

para alguma cachoeira do cerrado,

Pra embrenhá-la no mato

Para que a descubra

Roxane sabe muito bem

Como precisava dela nesse final de inverno

No final do meu deserto, para que de certo

Eu soubesse finalmente traçar sobre meus eixos

o verbo: confiar.


2 comentários:

Deliane Leite disse...

Roxane é minha bicicleta... Especial, assim como Brasília!!!
Parabéns pelos seus 50 anos...

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga.

Hoje a minha visita é para agradecer.
Nestes dias que celebro a minha vida,
tenho certeza de que a mesma
não teria o brilho de hoje,
se não fossem os amigos e amigas
que a tornam valiosa
mesmo que distantes.

A ti gostaria de dizer obrigado:
Obrigado pelas visitas ao meu blog.
Obrigado pelas palavras semeadas.
Obrigado por sentir os meus textos
com os olhos do coração.

Sou eternamente grato a vida,
por mais estes presentes
que de modo gentil
deixas em minha vida,
fazendo de mim uma pessoa melhor,
e pleno de felicidade.

Lindos dias de vida para ti.