sábado, 10 de abril de 2010

For Déborah and her baby, Ester

Jovem mãe, porém sábia

Veio-lhe uma menina meiga e de olhos atentos
Seus pezinhos e mãozinhas a escolheram:
"foi assim, uma dia conversávamos na casa
de uma amiga e ela disse sim..."
Agora compartilha a experiência e
me fala sobre paciência
Equilibrada como é
não é dada a fortes emoções mas
emocionou a todos com está obra prima
Milagre da tempestade ou mistério do querer:
Como se pode entender?
Apenas, com certeza, sentir...

2 comentários:

Paulo Tamburro disse...

DELIANE,

confesso a você que uma das coisas que mais me emocionam é a mulher-mãe.

Sem hipocrisias: A mulher-mulher, ainda - para quem gosta - não existe coisa melhor.

Porém, uma coisa é uma coisa , outra coisa, é outra coisa.(rs).

E a mulher-mãe me desmancha.

Sou fraco de resistência para suportar os argumentos delas, seus problemas, suas virtudes, ansiedades, medos e desejos.

Fico vencido, sou facilmente levado e submeto-me sem alternativas as mulheres-mães.

Grávidas, então nossa! São muito lindas as mulheres grávidas.

DEUS, realmente fez a melhor opção quanfo resolveu colocar no ventre de vocês a máquina copiadora da vida.

A felicito pelo texto e torço para que todas as mulheres do mundo, nunca mais pensem em jogar ou deixarem jogar suas filhos pela janela.

Um abração carioca, gostei muito daqui e voltarei sempre!

Fique com Deus!

Florinha Afável disse...

Delaine, você é poesia pura...rs.

Obrigada pela visita.
Abraço.