sábado, 2 de abril de 2011

Reversiano


Que a língua
este ser de mil palavras
entre madrugada a dentro
revire textos, letras e sons ínfimos
Acompanhe as mudanças de ritmos
como o leve frio deste outono
que adentra minhas manhã na Capital
Que seja sintética, não fria
Calorosa, não em carne viva
Pulsante e portanto intermitente

Viva a língua!!!

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