quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Goiás Velho



Murici, manga, caju, cajá

Goiaba, mamão, maça...jequitibá

Capela, sino, oração e perdão

Incenso, vinho, gótico coração

Rio, se não ri

Casa, quinquilharias e piqui

Fogaréu na mata sem fim,

Cora, coração doce

Velhinhos e velinhas, flores sonolentas

Chuva quente: semente.

Nascente, poente em silêncio

Nuvens de você?

Só sua natureza interior atuando sem querer

Fique até o amanhecer...

5 comentários:

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Olá.
O bonito de um poema é a sua simplicidade que nos enlaça e liberta.
Por isso poemas como estes são eternos para quem aprende a ler a vida com os olhos do coração.

Parabéns pelo espaço, onde muitos sentimentos estão vivos, e voando pelo céu do afeto.

Voltarei outras vezes.

tonhOliveira disse...



Só sua natureza interior, atuando sem querer
Fique até o amanhecer...
..............................................
Deu vontade de tomar um vinho,
depois comer uma fruta...

Muito bonito!

Gostei de Goiás Velho,
um dia irei conhecê-lo!

Abraços!

Zildete M. disse...

Doce poema.
Salada de sensações.

Glauber vieira disse...

Ô que delícia lembrar de Goiás Velho, quero visitar esse encantamento de novo.

Um beijão do Glauber!

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Olá.

Passei para cuidar da semente da amizade para que ela cresça.

Esta semana postei no blog
www.sonhosdeumprofessor.blogspot.com
um texto que fala sobre a educação que acredito.

Já no blog
www.semvoceeunaoseria.blogspot.com
postei um texto sobre o carinho de alguém que nos transforma.

Espero sua visita.

Amizades são assim.
É preciso cuidá-las para que não sejam esquecidas.

Semana de sonhos para ti.