domingo, 20 de novembro de 2011

Olhos abertos


Sei que fecho os olhos e
que às vezes me despeço,
nestes momentos,
e encaro a morte
O voo me parece mais
suave, livre e
menos solitário
Há mesmo tantos passos,
tanta beleza no compasso,
tantos atores neste meu cotidiano:
Eu mesma,
Alinhar ao centro
atriz de tantos encantos,
enganos, prantos e acalantos

Vou sim...
Nesta luz e de alma leve
recuperar segredos
em momentos leves e
enchê-los de palavras,
histórias, desejos, certezas
Sentir o tempo derramando
seu suave manto
da maneira como o quer

2 comentários:

Will disse...

transbordar o corpo em versos e sensações é uma forma tão agradável de deixar o corpo, não é mesmo?

Lindos versos.

Julia Arantes disse...

Lindos versos!!!