quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Nosso Livro de Areia


Dunas que o tempo espalha

ou recolhe

Apodera-se da semente

de sonho, água e sal

Observam de longe o suor, a cor e a espuma

de páginas talhadas em nanquim

Histórias contadas em uma aldeia,

em noite de lua cheia,

que desapareceu debaixo do mar de areia

E nós traçando planos, revirando sonhos,

ouvindo gritos

Era noite de Ano Novo


3 comentários:

Eliane disse...

Deliane,

Desejo um 2010 com realização de sonhos e desejos...
Com carinho,

Eliane

Eclética disse...

Amei a poesia! É linda. Bjos.

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Amiga.

Um poema pode ser ao mesmo tempo terno e ao mesmo tempo profundo, escrito com palavras simples e verdadeiras, assim, como este poema foi escrito.

Semana de muitos sonhos para ti.