Que todos os sinos dobrem...

Nas estréias íntimas Nas entranhas mínimas Na saudade múltipla Na loucura lúcida No sonho real Na busca inconsciênte e por isso mesmo consequente No piso de onde observas teus atos Na noite em que rires dos astros No escorregão que damos nos vãos No beijo No abraço harmonioso Na preguiça matutina Nos olhares que buscam o coração No acorde do meu peito No olhar criativo das novas possibilidades